Executivos e insiders elogiam o primeiro corte de Supergirl: Mulher do Amanhã, sugerindo uma recepção muito acima do esperado.

Supergirl já começou a circular internamente — e os elogios chamam atenção
Antes mesmo de chegar ao público, Supergirl: Mulher do Amanhã passou por sua primeira exibição privada nos estúdios da Warner Bros. O filme, que inaugura o primeiro título do DCU não dirigido por James Gunn, parece ter impressionado os executivos e convidados que viram o corte inicial.
Segundo relatos divulgados por insiders confiáveis, como Daniel Richtman, a reação foi consistentemente positiva. Comentários no X (antigo Twitter) reforçam que várias pessoas ligadas ao SAG ouviram que o filme “é incrível” e “muito bom”. Embora essas reações precoces não garantam a qualidade final, elas apontam para um cenário bem mais promissor do que muitos esperavam — especialmente após a recepção mista de Superman no meio do ano.
O mais curioso é que Supergirl teve esse feedback sem passar por screenings tradicionais com o público, algo que costuma gerar vazamentos imediatos. Ainda assim, as avaliações internas já sugerem que o DCU pode ter encontrado aqui um dos seus filmes mais seguros do próximo ciclo.
A adaptação de Mulher do Amanhã indica fidelidade — e um DCU com tom mais amplo
Um dos fatores por trás do otimismo é o material original. Em entrevista recente, David Krumholtz reforçou que o filme é “muito fiel” à graphic novel Supergirl: Woman of Tomorrow, de Tom King e Bilquis Evely. Essa história é conhecida por seu tom mais maduro, solitário e introspectivo, e tem sido considerada uma das obras modernas mais fortes envolvendo Krypton.
A produção, dirigida por Craig Gillespie (Eu, Tonya, Cruella), se apoia exatamente nesse terreno. A trama acompanha Kara viajando pela galáxia para celebrar seu aniversário de 21 anos ao lado de Krypto, até que cruza o caminho de Ruthye, uma jovem em busca de justiça para um crime brutal. A partir disso, Supergirl embarca em uma jornada violenta, emocional e carregada de vingança — longe do estilo mais luminoso de Clark.
Outro ponto que dominou as conversas online é a presença de Jason Momoa como Lobo. Krumholtz confirmou abertamente que Momoa está no filme e que a narrativa mistura diretamente a graphic novel com elementos do personagem. É uma escolha inusitada, mas que pode ajudar a estabelecer a identidade cósmica do DCU.
Com Milly Alcock assumindo o manto, Eve Ridley como Ruthye, Matthias Schoenaerts interpretando Krem, e Momoa roubando cenas como Lobo, o elenco sugere uma produção com personalidade própria. É exatamente o tipo de variação tonal que James Gunn tem dito querer construir: diretores diferentes, estilos diferentes, dentro da mesma continuidade.

O que esperar daqui pra frente — e por que as reações importam para o DCU
O primeiro trailer de Supergirl deve ser revelado nos próximos dias, possivelmente na CCXP no Brasil, marcando a primeira grande vitrine da personagem no cinema desde 1984. O filme chega aos cinemas em 26 de junho de 2026 e, por enquanto, representa uma peça crucial para medir a confiança do público no novo DCU.
Como Superman foi recebido com frieza por parte da audiência geral, Supergirl carrega a missão de mostrar que o universo em construção não depende apenas do “toque Gunn”. O fato de um projeto escrito por Ana Nogueira e comandado por outro diretor já estar chamando atenção internamente pode ser exatamente o respiro que os fãs estavam esperando.
Se as reações vierem a se confirmar em screenings públicos — o que inevitavelmente acontecerá nos próximos meses — Supergirl pode ser o primeiro grande acerto do DCU em 2026 e o capítulo que define a força das produções paralelas, especialmente aquelas que adotam tons mais arriscados e histórias menos óbvias.



