
“A Odisseia” cruzou a marca de 1 bilhão de dólares em bilheteria mundial neste início de agosto, três semanas depois de estrear nos cinemas. É a primeira vez que Christopher Nolan chega a esse número desde “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, de 2012.
Com US$ 429,65 milhões vindos do mercado americano e mais US$ 578,8 milhões do resto do mundo, o total passa de US$ 1,008 bilhão. Em poucos dias o filme deve ultrapassar também “O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (US$ 1,08 bilhão) e virar oficialmente a maior bilheteria da carreira de Nolan, superando até “O Cavaleiro das Trevas” (2008), que fechou em US$ 1,008 bilhão.
O feito chama atenção porque “A Odisseia” não é um filme fácil de vender. São quase três horas de duração, elenco liderado por Matt Damon como o herói grego Odisseu, e uma adaptação livre do poema de Homero sobre a volta pra casa depois da Guerra de Troia. Nada de super-herói, nada de franquia estabelecida. Só Nolan trabalhando com câmeras IMAX de 70mm pela primeira vez em toda a carreira, num orçamento de US$ 250 milhões, o mais caro que ele já dirigiu.

No Brasil o filme chegou aos cinemas em 16 de julho e também estreou na liderança das bilheterias locais, tirando “Toy Story 5” do topo. A recepção segue forte por aqui: salas seguem lotadas mesmo semanas depois da estreia, incluindo sessões especiais só em IMAX.
“A Odisseia” se torna o 65º filme da história a bater a marca de 1 bilhão de dólares, uma companhia que reforça algo que Hollywood já sabia: mesmo em 2026, um diretor com nome forte e uma boa história ainda consegue levar gente pro cinema sem precisar de capa e superpoder.





